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A carta de Cachaças do Armazem Vieira mostra tudo sobre suas cachaças, sua história, suas principais referências e quando e como beber cada cachaça e a palavra dos proprietários.

Safira
Cachaça especialmente elaborada para a realização de caipirinhas e coquetéis tropicais. Tem dois anos de envelhecimento, onde se destaca a presença da madeira grápia, mais pungente em detrimento da madeira ariribá, para que o seu extrato se componha com os congêneres ainda selvagens dessa cachaça. Ao degustá-la verifica-se a forte presença de uma aguardente jovem, que lembra a garapa de cana-de-açúcar que lhe deu origem. Medalha de prata HYATT AWARDS degustação internacional CONCOURS MONDIAL DE BRUXELLES mai/2004.

Tradicional
É a primeira cachaça engarrafada no Armazem Vieira e está no mercado desde 1987. É a pioneira a se impor no mercado de cachaças de qualidade e está fazendo história na imprensa da gastronomia. No primeiro concurso de cachaças realizado pela revista Playboy em Abril de 1990, a Confraria a descobriu, testou e a aprovou. Envelhecida em tonéis de ariribá e grápia, atinge o ponto de mutação, quando a lembrança da cachaça nova se distancia, dando lugar a sabores complexos típicos de cachaça envelhecida. Pode ser degustada gelada (menos 15º C), à temperatura ambiente, ou em coquetéis internacionais consagrados pelo IBA. Sugerimos os copos Dona Flor e o snifer Teodoro Madureira.

Esmeralda
Uma cachaça envelhecida quatro anos, na qual fica realçada a presença da madeira ariribá, em detrimento da madeira grápia, para enfatizar a sua inicial complexidade de aromas, deixando vivo o seu caráter seco com bouquê amadeirado mais suave. Indicada para ser apreciada à temperatura ambiente, acompanhando pratos com frutosdo- mar. Quando gelada (menos 15º C), cremosa, sugerese servi-la em copo mini flauta (copo Dona Flor-Armazem Vieira). É companheira ideal para ostras criadas na Caieira do Sul, no mar da Ilha (Ostravagante). A borda do copo deve ser crustada com gotas de pimenta malagueta, limão e sal (dica do enólogo e consultor Renato Frascino). O prazer é inesquecível.

Terra
Envelhecida doze anos em tonéis nativos, bem equilibrada, com interessantes aromas complexos. Ao degustá-la, muitas pessoas não envolvidas com o aprimoramento da cachaça nos últimos cinco anos, fazem a pergunta: "isto é cachaça?", porque a Terra não lembra mais nada do bouquê de uma cachaça típica. Sua excelência a faz companheira ideal para um fim de tarde ou em noite avançada, junto com um charuto puro Baiano, Dona Flor robusto; a mistura de aromas traz a presença real ou imaginária de amigos, da pessoa amada, de momentos de intimidade.

Ônix
Cachaça com características únicas de envelhecimento, residente em antigos tonéis, abrigados pelas grossas paredes históricas do Armazem Vieira, que lhe conferem todo o passado da região do Antigo Entreposto Marítimo. Ao degustá-la, se destaca a presença harmoniosa da madeira e uma grande percepção de aromas complexos e frutados. Nestes dezesseis anos de silenciosa e pacífica espera, o degustador está diante de um momento único. Momento de profunda reflexão. Copo Vadinho. Segunda colocada entre as cachaças Premium da revista

Rubi
Cachaça madura, com oito anos de envelhecimento. A manifestação dos aromas complexos em crescimento, atiçam a curiosidade do degustador. Uma cachaça rara no mercado, pois até então o interesse não estava voltado para cachaças especiais conhecidas, como a "reserva do Senhor do Engenho". Este novo bouquê deve ser conhecido em um copo snifer, Teodoro Madureira, ou em um snifer balão, Vadinho, a temperatura ambiente, ou levemente aquecido pela palma da mão. Medalha de prata HYATT AWARDS degustação internacional CONCOURS MONDIAL DE BRUXELLES

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